Se você está vindo morar em Pelotas, tem uma coisa que precisa saber: aqui, lanche não é só comida rápida. É cultura.

Quando a Avenida Bento virou ponto de encontro
Entre os anos 90 e início dos anos 2000, a Avenida Bento Gonçalves viveu um momento marcante. Era praticamente um corredor gastronômico noturno. Lancherias lado a lado, movimento intenso de quinta a domingo, jovens, universitários e famílias caminhando pela avenida.
Cada lugar tinha seu público fiel. Seu melhor xis. Sua maionese caseira. Seu atendimento mais rápido. Seu preço mais competitivo.
O xis gaúcho era o protagonista absoluto. Grande, prensado, exagerado no recheio. Muitas vezes dividido entre amigos ou metade guardada para o dia seguinte.
Nesse cenário, a Bento Lanches se tornou símbolo de uma época. Fila no balcão, chapa sempre quente e aquele cheiro que ficava na roupa depois de uma noite na avenida. A concorrência era forte, mas saudável, e isso elevava o padrão de todos.
Quem viveu, lembra.
Circulus ou Ronaldo?
Quem viveu a noite pelotense sabe essa não é uma simples escolha de cardápio. É quase uma questão de identidade.
De um lado, o tradicional Circulus.
Do outro, o icônico Ronaldo Lanches.
E no meio disso? A dúvida existencial das 23h45.
O Bauru do Circulus
O Circulus sempre teve aquele ar de ponto de encontro clássico. O bauru dali carrega uma memória afetiva forte pão delicioso, recheio generoso e aquele sabor que parece igual há décadas (e isso é um elogio).
Quem escolhe o Círculos costuma dizer: “Não tem erro. É tradição.”
É o tipo de lugar que mistura nostalgia com segurança. Você sabe exatamente o que vai receber e é isso que quer.

Quer saber sobre a história do Circulus?
Confira na integra o podcast produzido pelo DDD53 que teve como convidada a proprietária do Circulus Juliana.
O Bauru do Ronaldo
Já o Ronaldo tem outro tipo de fã-clube. O bauru ali é intenso, marcante, com personalidade própria. Tem quem diga que é mais “raiz”, mais direto, mais ousado.
Os defensores do Ronaldo falam com convicção: “Depois que tu prova, não troca.”
É quase uma relação de lealdade. Quem é do Ronaldo, é do Ronaldo.

E hoje, como é a gastronomia de Pelotas?
A cidade cresceu. Novos bairros se desenvolveram. Outros polos gastronômicos surgiram. Os aplicativos mudaram hábitos. Mas a essência permaneceu.
Hoje Pelotas tem:
Lancherias tradicionais que resistem ao tempo
Hamburguerias artesanais modernas
Cafés autorais
Restaurantes internacionais
Docerias históricas que fazem parte da identidade local
A gastronomia daqui tem algo diferente. Ela mistura tradição com proximidade. Não é uma cidade impessoal. Você volta no mesmo lugar e é reconhecido. O dono está ali. O atendimento é direto. Existe conversa.
Pelotas é conhecida nacionalmente pelos doces, mas quem mora aqui sabe que o salgado também tem história.
O que torna Pelotas diferente?
Em cidades maiores, você tem muitas opções, mas pouca conexão.
Aqui, você tem variedade e identidade.
Existe uma cultura forte de sair à noite para lanchar. De encontrar amigos. De criar rotina em determinados lugares. De eleger o melhor xis e defender essa opinião com convicção.
A comida faz parte da vida social da cidade.
E para quem está chegando agora, isso significa algo importante: você vai se sentir parte rapidamente.
Morar em Pelotas é viver essa experiência
Quando falamos de imóveis, falamos de localização.
E localização, em Pelotas, também é estar perto dessa cultura.
Morar próximo a avenidas movimentadas, bairros com tradição gastronômica ou regiões que concentram novos empreendimentos significa ter qualidade de vida. Poder sair a pé para jantar. Encontrar amigos. Criar rotina.
Na Fuhro Souto, a gente não apresenta só um imóvel.
Apresenta um bairro, uma vizinhança, um estilo de vida.
Se você está vindo morar aqui, saiba que Pelotas acolhe.
E muitas vezes, essa acolhida começa com um xis prensado na chapa, numa noite qualquer da semana.
Se precisar de ajuda para encontrar o lugar certo para viver tudo isso, nós estamos aqui.
